quinta-feira, 3 de novembro de 2011


"E de repente deu uma saudade doida de você, uma vontade de te ver, beijar, abraçar, passar a mão pelo o seu rosto e bagunçar o seu cabelo com um cafuné. Só que agora a sua vida está tão distante da minha. Eu nem sei mais se você ainda faz as mesmas coisas pela manhã, se o seu programa preferido ainda é aquele que passa terça a noite, se sua mãe continua cozinhando sempre a mesma coisa no domingo, se você ainda diz aquelas gírias engraçadas e tem a fala arrastada, quase como um canto. Para piorar, eu sou boba e coloco a nossa música no rádio e olhando a sua foto, começo a chorar. Esse sorriso é verdadeiro? Você está mesmo feliz desse jeito? Eu espero que sim, não pense que me entristece ver-te feliz, de forma alguma, mas é lamentável que sua felicidade seja tão longe da minha. Desculpe o desabafo e não leve a mal minha saudade, daqui a pouco ela se aquieta de novo no peito e só daqui há uns três ou quatro dias, volta a incomodar. "

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